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CFF - Farmácia - Específico

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CFF - Farmácia - Específico

Descrição rápida

Composição do curso : Videoaulas + Tutoria
Carga horária: 85 h/a
Início: Imediato.

Availability: Em estoque

R$500,00

Detalhes




1. Carga horária total: 85 h/a (segundo o padrão estabelecido pelo MEC)
2. Composição do curso: videoaulas + tutoria
3. Início: Imediato.
4. Duração do acesso ao curso: até 25/11/2017.
5. Adequação do conteúdo ao previsto no edital: As aulas são montadas pelo professor da disciplina e os conteúdos são por ele selecionados considerando a relevância da informação disposta no edital.
6. Contato com a coordenação: cursos.ifar@gmail.com
8. Exercícios: a quantidade de questões resolvidas em cada videoaula é definida pelo professor em função da conveniência e da necessidade imposta pelo conteúdo.
9. Material didático do curso: apostila em pdf com os slides da aula ministrada.
10.A disponibilização do conteúdo será feita de forma gradual.


Toda a atividade profissional exercida por farmacêuticos, no Brasil, está sob a jurisdição do Conselho Federal de Farmácia, que regulamenta e disciplina o seu exercício, com base na Lei 3.820, assinada, no dia 11 de novembro de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek. A ética da profissão é o ponto focal das atividades do Conselho Federal de Farmácia e significa, em sua plenitude, o bem-estar e a segurança da sociedade, diante das atividades do profissional farmacêutico.

* Vencimento: R$ 7.239,54

* Vagas: 09

* Edital:



CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Fisiologia Humana:
Sistema Endócrino; Sistema Cardiovascular; Sistema Ventilatório; Sistema Digestório e Sistema Renal;

Farmacologia:
Farmacocinética; Farmacodinâmica; Fármacos que atuam no Sistema Nervoso Central; Fármacos que atuam na terapia antimicrobiana; Fármacos que atuam no Sistema Cardiovascular;
Portaria nº 344/98; Tópico repetido da parte básica.
Lei Federal nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973;
Lei Federal nº 6360, de 23 de setembro de 1976;
Inglês Instrumental.
Resoluções do Conselho Federal de Farmácia:
Resolução CFF nº 357, de 20 de abril de 2001; Aprova o regulamento técnico das Boas Práticas de Farmácia.
Resolução CFF nº 499, de 17 de dezembro de 2008, alterada pela 505, de 23 de junho de 2009; Dispõe sobre a prestação de serviços farmacêuticos, em farmácias e drogarias, e dá outras providências.
Resolução CFF Nº 477, de 28 de maio de 2008; Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito das plantas medicinais e fitoterápicos e dá outras providências.
Resolução CFF nº 481, de 25 de junho de 2008; Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico nas atividades de meio ambiente, segurança no trabalho, saúde ocupacional e responsabilidade social, respeitadas as atividades afins com outras profissões.
Resolução CFF nº 508, de 29 de julho de 2009; Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício de auditorias e dá outras providências.
Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009; Regula a atuação do farmacêutico em centros de pesquisa clínica, organizações representativas de pesquisa clínica, Indústria ou outras instituições que realizem pesquisa clínica.
Resolução CFF nº 516, de 26 de novembro de 2009; Define os aspectos técnicos do exercício da Acupuntura na Medicina Tradicional Chinesa como especialidade do farmacêutico.
Resolução CFF nº 539, de 22 de outubro de 2010; Dispõe sobre o exercício profissional e as atribuições privativas e afins do farmacêutico nos Órgãos de Vigilância Sanitária, e dá outras providências.
Resolução CFF nº 572, de 25 de abril de 2013; Dispõe sobre a regulamentação das especialidades farmacêuticas, por linhas de atuação.
Resolução CFF nº 573, de 22 de maio de 2013; Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da saúde estética e da responsabilidade técnica por estabelecimentos que executam atividades afins.
Resolução CFF nº 616, de 25 de novembro de 2015; Define os requisitos técnicos para o exercício do farmacêutico no âmbito da saúde estética, ampliando o rol das técnicas de natureza estética e recursos terapêuticos utilizados pelo farmacêutico em estabelecimentos de saúde estética
Resolução CFF nº 578, de 26 de julho de 2013; Regulamenta as atribuições técnico-gerenciais do farmacêutico na gestão da assistência farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Resolução CFF nº 585, de 29 de agosto de 2013; Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências.
Resolução CFF nº 586, de 29 de agosto de 2013; Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências.
Resolução CFF nº 596, de 21 de fevereiro de 2014; Dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares.
Resolução CFF nº 611, de 29 de maio de 2015; Dispõe sobre as atribuições clínicas do farmacêutico no âmbito da floralterapia, e dá outras providências.
Resolução CFF nº 635, de 14 de dezembro de 2016; Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da homeopatia e dá outras providências.

RDCs e Portarias da ANVISA:
Portaria MS/SVS nº. 344, de 12/05/1998; Medicamentos de Controle Especial – RDC Anvisa nº. 27, de 30/03/2007; Dispõe sobre o Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - SNGPC, estabelece a implantação do módulo para drogarias e farmácias e dá outras providências.
RDC nº 44, de 17 de agosto de 2.009; Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias e dá outras providências.
RDC nº 17, de 16 de abril de 2.010; Dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.
RDC nº 49, de 23 de novembro de 2.010; Aprova a Farmacopeia Brasileira, 5ª edição e dá outras providências.
RDC nº 20, de 05 de maio de 2.011; Dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição, isoladas ou em associação.
RDC nº 52, de 06 de outubro de 2.011; Dispõe sobre a proibição do uso das substâncias anfepramona, femproporex e mazindol, seus sais e isômeros, bem como intermediários e medidas de controle da prescrição e dispensação de medicamentos que contenham a substância sibutramina, seus sais e isômeros, bem como intermediários e dá outras providências.
RDC nº 18, de 03 de abril de 2.013; Dispõe sobre as boas práticas de processamento e armazenamento de plantas medicinais, preparação e dispensação de produtos magistrais e oficinais de plantas medicinais e fitoterápicos em farmácias vivas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
RDC nº 36, de 25 de julho de 2.013; Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências.
Portarias/Resoluções do Ministério da Saúde:
Portaria MS nº 3.916, de 30 de outubro de 1998; Política Nacional de
Resolução CNS/MS ,Nº 338, de 06 de maio de 2004; Política Nacional de Assistência Farmacêutica.
Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2.010; Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Portaria nº 4.283, de 30 de dezembro de 2.010; Aprova as diretrizes e estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e serviços de farmácia no âmbito dos hospitais.
Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2.011; Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS).
Portaria MS nº 1.214, de 13 de junho de 2.012; Institui o Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (QUALIFAR- SUS).
Portaria MS nº 529, de 1º de abril de 2.013; Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Portaria MS nº 01, de 02 de janeiro de 2015. Estabelece a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME 2014 no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da atualização do elenco de medicamentos e insumos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME 2012.







Os vídeos possuem duração aproximada de 30 minutos. Cada aula pode ser visualizada por duas vezes. A aula é considerada como visualizada a partir do encerramento do vídeo ou da finalização da sessão na qual o aluno está conectado ao ambiente do curso. Não é possível o acesso de dois IPs simultaneamente (utilizando o mesmo usuário)





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